O tempo do Advento está a chegar ao momento mais
importante que o constitui, momento esse que não deve ser interpretado como um
fim. Já todos reparámos que estamos no período natalício, sendo o Natal, de
facto, o ponto culminar do Advento.
É no Natal que toda a preparação que veio a ser
feita para trás floresce e, fazendo uma analogia com o nascimento festejado,
nasce. No entanto, acredito que o verbo renascer se aplica melhor à situação.
Não é isso que acaba por ser festejado no Natal? O renascimento? O renascimento
da fé, o renascimento da compaixão e, principalmente, o renascimento de nós
enquanto cristãos? Fazemos uma espécie de renovação de votos e voltamo-nos a comprometer com tudo o que nos trouxe até aqui. E, por isso, passamos estes dias
com a família e com as pessoas mais próximas e importantes a aconchegar-nos
mais de perto, pois, na verdade, foram estas pessoas que se comprometeram
connosco e que, mais importante, nos ajudaram a ver o mundo envolvente cada vez
mais nítido.
Relativamente ao “DESPERTAR”, devemos estar em
constante reabrir de sentidos, para que, consequentemente, tenhamos uma
possibilidade cada vez maior de experienciar aquilo que nos faz renascer,
permanecer e Caminhar.
É importante referir, por último, que a Campanha
do Advento teve, nos seus últimos dias, um crescimento visível, que nos faz
sentir bastante felizes e agradecidos. Muito obrigado a todos!
Um Feliz Natal, com todos aqueles que irão
renascer convosco.
Ana Margarida

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