21 de dezembro de 2011

Advento: tempo de despertar para acolher

O amor deixa marcas profundas, mas só o amor as pode cicatrizar. E que bom seria chegar ao fim do caminho com claros sinais de amor, de amor pelo o outro, qualquer que ele seja; chegar ao fim do caminho com impressionantes cicatrizes por acolher no nosso seio (à imagem de Maria, a Mãe), nos nossos ombros (à imagem do Bom Pastor), nos nossos braços (à imagem do Pai do filho pródigo) aquele que amando, tanto nos faz sofrer… O advento que segue para o seu fim/significado recorda-nos que só acolhendo o apelo do outro, o anúncio do outro (que é sempre um grito e uma notícia de Deus) é que podemos perceber vivendo o Natal: tempo de acolher, sinal que acolhemos Deus. E tal como Maria podemos cantar no nosso tempo, no nosso contexto, no nosso mundo, pequeno ou grande: Magnificat.

Magnificent
I was born, I was born
To be with you in this space and time
After that and ever after
I haven't had a clue only to break rhyme
This foolishness can leave a heart black and blue

Only love, only love can leave such a mark
But only love, only love can heal such a scar

I was born, I was born to sing for you
I didn't have a choice but to lift you up
And sing whatever song you wanted me to
I give you back my voice from the womb
My first cry, it was a joyful noise

Only love, only love can leave such a mark
But only love, only love can heal such a scar

Justified, till we die you and I will magnify
The magnificent
Magnificent

Only love, only love can leave such a mark
But only love, only love unites our hearts

Justified, till we die you and I will magnify
The magnificent
Magnificent
Magnificent

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